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Troca de fluidos automotivos: o que não pode ser esquecido

Manter os fluidos do carro em dia é uma das formas mais inteligentes de economizar com manutenção, evitar panes e preservar o valor de revenda. A seguir, você confere o que trocar, quando trocar e como evitar erros que podem custar caro.




Por que a troca de fluidos é vital?

Fluidos corretos e dentro do prazo garantem lubrificação, refrigeração e segurança. Eles reduzem atrito, dissipam calor, protegem componentes contra corrosão e asseguram a eficiência dos sistemas de freio, direção e transmissão.



O que não pode ser esquecido

  • Óleo do motor: protege contra desgaste e superaquecimento. Trocar com filtro, usando viscosidade e especificações (API/ACEA) do manual.

  • Fluido da transmissão (ATF ou CVT): mantém trocas suaves e evita patinação. Respeitar o tipo correto indicado pela montadora.

  • Fluido de arrefecimento (aditivo do radiador/coolant): previne corrosão e fervura. Nunca complete só com água; use a diluição recomendada.

  • Fluido de freio (DOT 3/4/5.1): é higroscópico e perde eficiência com o tempo. Troque periodicamente para manter a frenagem segura.

  • Fluido da direção hidráulica: evita ruído e desgaste da bomba. Substitua conforme o plano de manutenção.

  • Diferencial e caixa de transferência (4x4): lubrificação crítica para evitar ruídos e quebras sob carga.

  • Fluido da embreagem (sistemas hidráulicos): similar ao fluido de freio; trocas periódicas evitam pedal esponjoso.

  • Limpador de para-brisa (aditivo): melhora a visibilidade e protege o sistema contra entupimentos.


Intervalos recomendados (guia geral)

Siga sempre o manual do proprietário. Como referência geral:


  • Óleo do motor: a cada 5.000–10.000 km ou 6–12 meses (depende do uso e do tipo de óleo).

  • ATF/CVT: a cada 40.000–60.000 km, quando aplicável.

  • Arrefecimento: a cada 2–4 anos ou 40.000–80.000 km.

  • Fluido de freio: a cada 2 anos (ou conforme teste de umidade).

  • Direção hidráulica: a cada 60.000–80.000 km.

  • Diferencial/caixa de transferência: a cada 40.000–60.000 km.


Sinais de alerta para trocar já

  • Óleo escurecido e espesso, consumo elevado ou cheiro de combustível.

  • Trocas de marcha ásperas, trancos ou patinação na transmissão.

  • Temperatura alta, reservatório com borra ou odor adocicado (arrefecimento).

  • Pedal de freio esponjoso, distância de frenagem maior ou luz no painel.

  • Ruído/vibração na direção, esforço anormal ao girar o volante.

  • Vazamentos visíveis sob o carro ou manchas coloridas no piso.


Erros comuns que custam caro

  1. Usar especificação errada (viscosidade, API/ACEA, tipo de ATF, DOT inadequado).

  2. Ignorar a troca do filtro de óleo e a arruela do bujão.

  3. Misturar aditivos incompatíveis no sistema de arrefecimento.

  4. Não sangrar corretamente o sistema de freio após a troca.

  5. Completar sem identificar a causa do consumo ou vazamento.

  6. Não aplicar o torque correto e danificar roscas/vedações.

  7. Descartar fluidos de forma incorreta, gerando multas e danos ambientais.


Checklist rápido antes da troca

  1. Conferir o manual do proprietário para especificações e intervalos.

  2. Comprar fluidos homologados pela montadora e o filtro correto.

  3. Separar ferramentas, EPIs e novas vedações/arruelas.

  4. Verificar vazamentos e o estado das mangueiras/conexões.

  5. Medir nível e aspecto do fluido antigo para diagnóstico.

  6. Registrar quilometragem, data e próxima troca.


Como nossa oficina ajuda você a economizar

Executamos trocas com padrões de fábrica, evitando retrabalho e falhas que encarecem a manutenção. Você ganha performance, segurança e tranquilidade.


  • Diagnóstico e orçamento transparentes.

  • Fluidos e peças homologados.

  • Mão de obra especializada e garantia de serviço.

  • Registro das trocas e lembrete da próxima manutenção.

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