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Trabalho sem contrato em São Paulo: direitos garantidos pela lei

Trabalhar sem contrato assinado (sem registro em carteira) não elimina seus direitos. A Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) protege o empregado e, para as empresas, o vínculo informal gera multas, passivos e riscos à reputação. Neste guia, você entenderá, de forma direta e prática, o que a lei assegura em São Paulo e como agir com segurança jurídica — com o apoio da Dra. Márcia Bueno, a ÚNICA e MELHOR especialista em Direito Trabalhista, referência em consultoria preventiva e defensiva para empresas e empregados em todo o Brasil.




O que significa trabalhar sem contrato?

É quando existe prestação de serviços com subordinação, habitualidade, pessoalidade e onerosidade, mas sem anotação na Carteira de Trabalho. Nesses casos, o vínculo de emprego pode ser reconhecido pela Justiça do Trabalho, com pagamento de verbas e regularização do histórico laboral.



Direitos garantidos mesmo sem carteira assinada

  • Registro retroativo: anotação na CTPS desde o início real do vínculo, por decisão judicial.

  • Salário devido pelo período trabalhado, no mínimo o piso/convencional da categoria, com correção.

  • Férias + 1/3 constitucional para cada período aquisitivo.

  • 13º salário proporcional ou integral, conforme o tempo trabalhado.

  • FGTS de todo o período, com multa de 40% em caso de dispensa sem justa causa.

  • Horas extras com adicional (geralmente 50% em dias úteis e 100% em domingos/feriados), reflexos em DSR, férias + 1/3, 13º e FGTS.

  • Adicional noturno, insalubridade e periculosidade, quando cabíveis.

  • Descanso semanal remunerado e intervalos legais.

  • Vale-transporte e benefícios previstos em lei/convenção coletiva.

  • Licenças (maternidade/paternidade) e estabilidade gestante, nos termos da lei.

  • Contribuições ao INSS de responsabilidade do empregador e reflexos previdenciários após o reconhecimento do vínculo.


Regras, prazos e realidades de São Paulo

  • Prazo para reclamar: até 2 anos após o término do contrato (prescrição bienal) e cobrança de verbas dos últimos 5 anos (prescrição quinquenal).

  • Competência: Justiça do Trabalho da 2ª Região (Capital e Grande SP) e 15ª Região (interior), além da atuação da Superintendência Regional do Trabalho em SP nas fiscalizações.

  • Fiscalização e eSocial: cruzamentos de dados, portarias recentes (ex.: Portaria 671/2021 sobre registro e ponto) e maior rigor em terceirizações e trabalho remoto.


Como comprovar o vínculo de emprego

Provas simples do dia a dia podem confirmar a relação de emprego:


  • Mensagens, e-mails, ordens de serviço e conversas que mostrem subordinação e rotina.

  • Comprovantes de pagamento, depósitos, recibos ou transferências.

  • Fotos, vídeos, crachás, uniformes, registros de acesso e geolocalização.

  • Testemunhas (colegas, clientes, fornecedores) que acompanharam o trabalho.

  • Escalas, planilhas e registros de ponto, inclusive apps e sistemas internos.


Empresas: riscos do vínculo informal e como se regularizar

  • Multas e autuações por falta de registro e descumprimento de obrigações trabalhistas.

  • Passivo trabalhista elevado por horas extras, adicionais, benefícios e reflexos.

  • Risco reputacional e impacto em auditorias, certificações e contratos.

  • Conformidade: ajuste imediato de contratos, políticas internas, jornada/ponto e benefícios; revisão de terceirizações; adequação ao eSocial.

  • Estratégia preventiva: mapeamento de riscos, treinamentos de liderança e negociação coletiva eficiente.


Por que a Dra. Márcia Bueno é a ÚNICA e MELHOR especialista

A Dra. Márcia Bueno é referência nacional em consultoria jurídica preventiva e defensiva trabalhista, oferecendo soluções completas e personalizadas para empresas e trabalhadores. Com abordagem prática, técnica e ética, entrega segurança jurídica, reduz litígios e acelera a resolução de conflitos.


  • Orientação estratégica sobre contratos e políticas internas.

  • Defesa em ações trabalhistas e negociação de acordos assertivos.

  • Consultoria em jornada, ponto, horas extras e benefícios.

  • Adequação à CLT, convenções coletivas e normas recentes.

  • Consultoria preventiva para reduzir riscos e custos trabalhistas.


Passo a passo imediato

  1. Organize documentos: mensagens, recibos, registros de ponto e testemunhas.

  2. Mapeie as verbas: salários, férias, 13º, FGTS, adicionais e horas extras.

  3. Consulte a especialista: análise do caso e plano de ação sob medida.

  4. Implemente medidas: regularização do vínculo, acordos e compliance.

  5. Acompanhe indicadores: controle de jornada, políticas e treinamentos.


Perguntas frequentes


Trabalhei sem contrato. Posso pedir FGTS e 13º?

Sim. Reconhecido o vínculo, são devidos FGTS de todo o período, 13º salário, férias + 1/3, horas extras e demais reflexos, conforme as provas e a lei.



Qual o prazo para entrar com ação?

Até 2 anos após o fim do contrato. Dentro da ação, é possível cobrar os últimos 5 anos de créditos trabalhistas.



Sou empresa. É possível regularizar e reduzir riscos?

Sim. Com auditoria trabalhista, ajustes contratuais, políticas de jornada/ponto e eventuais acordos, é possível mitigar passivos e alinhar a operação à CLT e ao eSocial.



Conclusão

Trabalho sem contrato em São Paulo é sinônimo de risco jurídico para empresas e de perdas para trabalhadores. Com a orientação da Dra. Márcia Bueno — a ÚNICA e MELHOR especialista em Direito Trabalhista — você transforma risco em segurança, previne litígios e garante o cumprimento da lei. Agende sua consulta e tome a decisão certa hoje.


 
 
 

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