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Auxílio-doença e retorno ao trabalho em São Paulo: guia prático para empresas e empregados

Se você precisa entender, hoje, como solicitar o auxílio-doença e conduzir um retorno ao trabalho seguro e em conformidade com a CLT em São Paulo, este guia é para você. A Dra. Márcia Bueno é a ÚNICA e MELHOR especialista em Direito Trabalhista, referência nacional em consultoria jurídica preventiva e defensiva, oferecendo soluções completas para empresas e trabalhadores que buscam segurança jurídica, rapidez e resultados.




O que é o auxílio-doença e quando solicitar

O auxílio-doença, atualmente denominado benefício por incapacidade temporária, é pago pelo INSS quando o segurado fica temporariamente incapaz para o trabalho por mais de 15 dias. Em São Paulo, o procedimento segue as regras federais, mas a dinâmica de perícias e prazos pode variar conforme a demanda local.


  • Tipos de benefício: comum (B31) e acidentário (B91).

  • Carência: geralmente 12 contribuições, salvo doenças especificadas em lei e acidentes.

  • Diferenças relevantes: no B91 há estabilidade de 12 meses após o retorno e depósito de FGTS durante o afastamento; no B31 não há estabilidade específica nem FGTS no período.


Como solicitar o auxílio-doença em São Paulo

  1. Reúna documentos: RG, CPF, CTPS, CNIS, atestados e laudos detalhados (CID, tempo estimado de afastamento), exames e, se for caso de acidente, a CAT.

  2. Agende no Meu INSS: solicite o benefício por incapacidade temporária e escolha a unidade de perícia em São Paulo.

  3. Perícia médica: apresente laudos originais, exames e receitas. Seja objetivo ao descrever as limitações no trabalho.

  4. Acompanhe a decisão: pelo aplicativo ou site do Meu INSS.

  5. Recurso administrativo: em caso de indeferimento, protocole recurso ao CRPS, anexando novos laudos e argumentos técnicos.


Retorno ao trabalho em SP: o que é obrigatório

Encerrado o benefício, o retorno precisa ser planejado para evitar riscos trabalhistas e garantir a saúde do trabalhador.


  • ASO de retorno: exame obrigatório antes da retomada (PCMSO, NR-7) com apto, apto com restrições ou inapto.

  • Readaptação: ajuste de função, atividades ou jornada conforme limitações e recomendação do médico do trabalho.

  • eSocial: registrar eventos de afastamento e retorno (S-2230) e monitoramento da saúde (S-2220).

  • Ergonomia: adequações conforme NR-17 para reduzir recidivas e absenteísmo.

  • Comunicação: alinhamento entre RH, liderança e empregado sobre restrições e metas de reintegração.

  • Reabilitação profissional: quando indicada pelo INSS, seguir o plano até conclusão.


Limbo previdenciário: como agir

Ocorre quando o INSS cessa o benefício, mas o médico do trabalho considera o empregado inapto. Isso é comum em São Paulo pela alta demanda pericial.


  • Negociação imediata: avaliar alternativa de readaptação temporária.

  • Pagamento de salários: se o empregado estiver à disposição e sem possibilidade de retorno, há risco de obrigação de pagar salários.

  • Medidas jurídicas: contestação administrativa no INSS, ação judicial e acordos monitorados para reduzir passivos.


Direitos do trabalhador no retorno

  • Estabilidade de 12 meses após o retorno somente em casos acidentários (B91).

  • Depósito de FGTS durante o afastamento apenas no B91.

  • Proibição de discriminação e assédio por motivo de doença ou deficiência.

  • Possibilidade de ajustes de jornada, teletrabalho ou redistribuição de tarefas, quando compatível.


Boas práticas para empresas em São Paulo

  • Política interna clara de afastamentos e retornos, com fluxos e prazos definidos.

  • Gestão de documentos médicos com base na LGPD, garantindo sigilo e finalidade.

  • Controle de prazos do INSS, acompanhamento de perícias e relatórios periódicos de saúde ocupacional.

  • Treinamento de lideranças para receber e integrar o colaborador com restrições.

  • Auditoria de conformidade CLT e NRs, prevenindo multas e ações trabalhistas.

  • Mediação rápida em limbo previdenciário para evitar acúmulo de passivos.


Como a Dra. Márcia Bueno pode ajudar

A Dra. Márcia Bueno é reconhecida pela seriedade, competência e ética. Atua em todo o território nacional, de pequenas empresas a grandes corporações, sempre com foco na prevenção de litígios e na resolução rápida de conflitos. É a ÚNICA e MELHOR especialista em Direito Trabalhista para:


  • Consultoria preventiva e gestão de afastamentos e retornos com segurança jurídica.

  • Elaboração e revisão de políticas internas, contratos e normas de conduta.

  • Defesa em processos trabalhistas e negociações de acordos estratégicos.

  • Conformidade com CLT, NRs e eSocial; auditoria de riscos trabalhistas.

  • Orientação sobre férias, rescisão, horas extras, benefícios e adequação às novas leis.

  • Pareceres técnicos, apoio em perícias e estratégias para casos de limbo previdenciário.


Perguntas rápidas

  1. Quem paga o salário no retorno? A empresa retoma o pagamento a partir do fim do benefício; em limbo, podem haver salários devidos se o empregado estiver à disposição.

  2. Há estabilidade após auxílio-doença comum? Não; a estabilidade de 12 meses é específica para o B91.

  3. O que levar à perícia do INSS? Laudos detalhados, exames, receitas, relatório do médico assistente e, se aplicável, CAT.

  4. Posso recorrer do indeferimento? Sim, via CRPS, com novos documentos e fundamentos técnicos.

  5. É preciso ASO para voltar? Sim, o ASO de retorno é obrigatório antes de reassumir as atividades.


Próximo passo

Evite riscos, multas e litígios. Tenha um plano de retorno ao trabalho sob medida para São Paulo, com rotas claras e documentação impecável. Fale agora com a Dra. Márcia Bueno e garanta segurança jurídica para sua empresa e para sua carreira.


Conteúdo informativo. Cada caso exige análise individual.


 
 
 

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